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Mesmo com o aumento nos preços, o xCloud ainda continua imbatível no custo-benefício

Até hoje ninguém superou o fato de que a Microsoft simplesmente dobrou o preço do Game Pass Ultimate, que subiu de R$60 para nada menos que R$120. Mas, ainda assim, o serviço continua sendo o líder do custo-benefício no Brasil — especialmente se compararmos a plataformas como Boosteroid e GeForce NOW.



Primeiramente, ele é o único a trazer um acervo gigante já incluso na assinatura, diferente dos maiores concorrentes que te obrigam a comprar cada título que for jogar. No novo plano de R$60, que seria o Premium, temos boa parte do catálogo incluso. Ele custa cerca de R$25 a menos que o plano mais barato do Boosteroid e, além desse catálogo estar sempre à disposição, ainda há o fato de que ele é totalmente rotativo, com jogos que entram e saem todo mês. Assim, não fica aquele negócio repetitivo, jogando os mesmos jogos de sempre.



Todos os planos trazem tempo de jogo ilimitado, ou seja, você não será jogado ao plano free quando suas horas acabarem, assim como acontece no GeForce NOW. Pagar R$60 em um dos planos do GFN não traz nem mesmo duas semanas de jogo sem atingir esse limite.



Querendo ou não, o xCloud permanece como a única realidade possível para muitos brasileiros. Pagar pela assinatura e ainda precisar comprar os jogos acaba não sendo viável ou até mesmo possível para boa parte da população, e o catálogo do Game Pass faz toda a diferença.



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